Sobre os Textos Escritos por José Laércio do Egito

Fontes de informações:

1 – Fruto de cerca de 7.000 obras versando sobre os temas apresentados. (As transcrições geralmente estão em destaque e em tipo itálico.)

2 – Orientações de alguns Mestres.

3 – Ensinamentos de Ordens Iniciáticas.

4 – Deduções lógicas.

5 – Fonte Intuitiva.

6 – Perguntas de discípulos em grupos de estudo.

7 – Consulta a Egrégoras.

Finalidades:

– Atender a uma compulsão pessoal em escrever aquilo que me aflora à mente.

– Palestras para grupos de estudo num período de 30 anos.

– Comparar ensinamentos de diferentes organizações evidenciando que geralmente as divergências existentes entre elas dizem respeito tão somente à linguagem própria de cada uma, desde que em essências as organizações autênticas são semelhantes.

– Esclarecer as pessoas sobre o que existe por detrás de muitas religiões e organizações e que nelas existem muitos ensinamentos não verdadeiros e mesmo negativos. Concomitantemente mostrar que existem grandes verdades em certas religiões. Que grandes iniciadores foram pessoas divinamente assessoradas, tais como Jesus, Buda, Maomé, Lao Tsé, Zaratrusta, Confúcio, e todos os Grandes Mestres da G.L.B.

– Oferecer a muitas pessoas interessadas, em linguagem clara, o que geralmente só existe em linguagem velada.

– Contribuir para a formação de grupos de estudo, conforme a meta da G.L.B.

– Formação de egrégora positivo.

Esclarecimentos:

Os temas foram escritos e não submetidos a uma revisão gramatical precisa, praticamente como foram redigidas ou gravadas durante as palestras.

Como a finalidade deste trabalho, em grande parte, não visa à publicação em livros, naturalmente não foi procedida uma precisa correção gramatical.

Existem muitos erros de concordância, de redação, de regência, e outros, decorrentes de limitações pessoais.

Existe um grande volume de informações ocultas, segundo os sistemas de criptografia cabalísticos clássicos e de outras organizações. Por esse motivo existem muitas palavras grifadas, em negrito, em itálico, maiúsculas onde não caberiam, e algo mais. Pessoas ligadas a alguns movimentos Tradicionais entenderão perfeitamente o sentido oculto. As letras em destaque têm grande importância.

Existem barras apenas com caráter decorativo, mas nos contextos existem também desenhos e símbolos com significações.

Grande número de vezes os parágrafos, períodos e frases parecem incompletos, ou repetidos, ou não obedecer a uma correta distribuição. Isto algumas vezes pode ser fruto de incompetência redacional por parte do autor, mas na grande maioria das vezes representa uma forma velada de escrita. Um parágrafo mal dividido num tema pode ter a sua continuidade num outro tema, segundo uma ordem numérica que o discípulo meticuloso descobre nos próprios temas. Por esta razão não recomendamos estabelecer uma ordem redacionalmente correta, pois isto anularia grande parte do que existe criptografado por esse sistema. Normalmente dizem respeito a informações que podem ser consideradas para o grau de entendimento de muitas pessoas.

Existem combinações de símbolos que mesmo que a pessoa não se aperceba ainda assim têm ação sobre a mente e alguns se destinam a efetivar iniciações a nível psíquico cujos efeitos se farão sentir de vários modos.

Cada vez que a leitura de um Tema é repetida um novo patamar de compreensão se fará presente, por isso recomendamos que alguns sejam lidos várias vezes, e depois de algum tempo ser repetido à leitura, pois certamente a compreensão da pessoa haverá se ampliado e revelações antes não percebidas então se fazerem sentir.

Existe um grande número de palavras de poder por isso leia tudo com atenção, um tema de cada vez e não mais que dois por dia.

Os temas podem ser lidos como se fosse um livro, ou seja, lido tudo de uma vez. Mas isto apenas para ter uma idéia de conjunto, pois o aproveitamento integral só se fará sentir se for procedida uma leitura meticulosa, de cada tema, cada idéia exposta, de cada parágrafo, e mesmo de cada palavra e símbolo. Por esta razão os temas em sua quase totalidade não são longos, geralmente compreendendo apenas três páginas. Por um lado, isto tem como finalidade não cansar o leitor, mas ao mesmo tempo para fazer com que as palavras de poder, os símbolos, e outros elementos, possam atuar de modo preciso na mente afim de que certos resultados venham a se manifestar progressivamente.

Procurem formar grupos de estudo sobre esse material. Com isso visamos apenas à criação de um egrégora positivo. Este é um trabalho que diversas organizações estão estimulando a ser feito com os acervos de escritos até bem pouco tempo guardados sigilosamente. É chegado o momento das verdades voltarem à tona e com elas ser formado um egrégora protetor daqueles que tentam escapar do materialismo dominante.

Por esta razão esse acervo é livre, não com finalidade de publicação de livros, mas os temas estão liberados para distribuição com pessoas sinceramente interessadas nos assuntos tratados.

Muitos dos temas não visam ensinamentos, e sim situar as pessoas dentro do assunto. Por exemplo, quando falamos de Cabala e de outros sistemas, não estamos querendo ensinar, trazer aprofundamento sobre esses tópicos que já existem eficientemente em diversas obras válidas, e sim situar as pessoas dentro do contexto, trazendo-lhes informas simples, mas suficientes para que elas possam entender o que é exposto nos temas avançados. Muitos visam mostrar as tramas que existiram por detrás das religiões e coisas assim.

Nesses temas consta o meu nome pessoal, contudo eles não devem ser considerados como produção pessoal, por outro lado, também não se trata de uma obra do tipo mediúnico. O nome pessoal pode ser retirado do trabalho, e mesmo ser substituído por outro qualquer. Queremos dizer que isto não importa, o que importa verdadeiramente é que o objetivo seja atingido. O nome visa evitar o anonimato da obra. Toda obra tem um autor ou intermediário e este não deve se esconder. Toda pessoa deve ser responsável pelo que diz, ou faz, assim, a aposição do nome pessoal visa haver alguém responsável por esse trabalho. No passado, em decorrência da mão pesada do obscurantismo, era comum o uso de pseudônimos, mas isto seria apenas para proteger o autor por detrás de um nome fictício.

 

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